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6 de novembro de 2025

Desenvolvido com a Unreal Engine 5, o jogo I AM RIPPER coloca uma narrativa intensa e sombria nas mãos dos jogadores

Há mais de uma década, a pequena equipe da White Paper Games sediada em Manchester, dedica-se a criar narrativas envolventes que trazem sempre um elemento essencial: escolhas significativas do jogador.
 
Do Ether One de 2014, ao The Occupation de 2019 e o Dahlia View de 2021, a premiada equipe vem utilizando a Unreal Engine para desenvolver seus projetos, sempre com foco em narrativas conduzidas pelo jogador que despertam a imaginação por meio de mundos detalhados e personagens repletos de humanidade.

O mais recente projeto da White Paper Games,  I AM RIPPER, é um thriller britânico ambientado durante o declínio econômico dos anos 1980. O jogo leva as mecânicas táteis e os ambientes imersivos dos títulos anteriores do estúdio a um novo patamar com o poder da Unreal Engine 5. 

No papel de um investigador forense, o jogador é chamado para resolver um dos crimes mais marcantes da história do Reino Unido. Mantendo o foco nas escolhas do jogador, os desenvolvedores oferecem decisões sutis, porém decisivas, ao longo da experiência, cada uma capaz de alterar o desfecho da investigação.

Há pouco tempo, tivemos a oportunidade de conversar com James Burton, diretor técnico da White Paper Games, para saber mais sobre o projeto e sobre como a equipe utiliza recursos-chave da Unreal Engine 5, como Correspondência de Movimento, Control Rig e Sequencer para dar vida a esta história envolvente, sombria e, por vezes, angustiante.